Pobreza e Igreja no Segundo Milênio 2ªparte – Mons. Guido Picolli

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Nesta 2ª parte de Pobreza e Igreja, assinalamos alguns expoentes do Segundo Milênio. São “pobres” conhecidos e amados que nos deixaram seu testemunho de vida. Começamos com Santa Edwiges, de 1174 a 1243, e ainda hoje invocada pelos endividados e aflitos, passando por Francisco de Assis (1181 – 1226), o “poverello” alegre, o cantador da vida, da natureza que tanto nos ensina; chegamos a nossos dias, a gente próxima de nós, como os bispos D. Casaldaliga e D.Oscar Romero. 48 páginas

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Pobreza e Igreja no Segundo Milênio 2ªparte

Nesta 2ª parte de Pobreza e Igreja no Segundo Milênio, assinalamos alguns expoentes do Segundo Milênio. São “pobres” conhecidos e amados que nos deixaram seu testemunho de vida.

Começamos com Santa Edwiges, de 1174 a 1243, e ainda hoje invocada pelos endividados e aflitos, passando por Francisco de Assis (1181 – 1226), o “poverello” alegre, o cantador da vida, da natureza que tanto nos ensina; Santa Clara, Santa Filipa Mareri, Santa Isabel de Hungria, Bartolomeu de Las Casas, São João de Deus, São Camilo de Lellis, Teresa de Calcutá… chegamos a nossos dias, a gente próxima de nós, como os bispos D. Casaldaliga e D.Oscar Romero.

Deus quer liberar seus filhos da pobreza – que é um mal – mas quer fazê-lo pela partilha dos bens entre todos, pela generosidade de todos, pela abolição do egoísmo e da mesquinhez.

Não devemos amar a pobreza, e sim amar o pobre, predileto de Deus, porque mais necessitado, e libertá-lo das necessidades prementes.

 

As viúvas, os órfãos, os estrangeiros citados como pobres nos tempos antigos, são visíveis hoje no rosto triste de tantas fisionomias, descritas no documento final da III Conferência Geral dos Bispos da América Latina na cidade de Puebla (México). Resumo a longa lista:

– rostos de crianças marcadas pela pobreza ainda antes de nascer, impossibilitadas de atingir a desejada e justa realização humana, abandonadas, exploradas, vítimas da pobreza e da desagregação total das famílias;

– rostos de jovens desorientados, frustrados, porque não há espaço para sua presença;

– rostos, sobretudo dos primeiros habitantes do continente, os índios e os afro-americanos, muitos dos quais continuaram a ser os “mais pobres entre os pobres”.

– rostos de camponeses sem expressão social, reduzidos a eternos dependentes dos grupos organizados e dominantes;

– rostos de operários mal pagos e explorados de todas as formas;

– rostos de desempregados ou subempregados por causa das exigências das leis econômicas;

– rostos de quem vive nas periferias de nossas cidades, de quem sofre a dupla humilhação de viver na miséria perto da riqueza mais provocadora;

– rostos, por fim, de anciãos sempre mais numerosos e abandonados porque incapazes de produzir (Puebla 32-39).

A pobreza deve ser adotada por todos, embora adaptada à vocação e à missão de cada um, modelada em termos de “vida simples, sóbria e austera”. Este é o único caminho para superar o escândalo da miséria imposta à multidão dos excluídos. (Dom Aldo Gerna)

48 páginas

Veja a 1ª parte do livro

Dia Mundial dos Pobres

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Peso 0.08 kg

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