Pobreza e Igreja no Segundo Milênio 1ªparte – Mons. Guido Picolli

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Deus quer liberar seus filhos da pobreza – que é um mal – mas quer fazê-lo pela partilha dos bens entre todos, pela generosidade de todos, pela abolição do egoísmo e da mesquinhez. Não devemos amar a pobreza, e sim amar o pobre, predileto de Deus, porque mais necessitado, e libertá-lo das necessidades prementes:

“Não deverá haver pobres no meio de ti” (Deut. 15, 4) que foi o ideal apresentado nos Atos dos Apóstolos (At 4, 34), um Reino de Jesus, onde não haverá opressão, exploração; portanto, nem fracos, nem pobres.

O Menino de Belém, a família de Nazaré, abrem-nos o caminho, iluminam-nos a vida, reforçam-nos com seu exemplo. E por isso o Natal é vivo, sempre presente.

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Apresentação

Descrição

Pobreza e Igreja no Segundo Milênio

Pobreza e Igreja no Segundo Milênio.  Deus quer liberar seus filhos da pobreza – que é um mal – mas quer fazê-lo pela partilha dos bens entre todos, pela generosidade de todos, pela abolição do egoísmo e da mesquinhez.

Não devemos amar a pobreza, e sim amar o pobre, predileto de Deus, porque mais necessitado, e libertá-lo das necessidades prementes:

“Não deverá haver pobres no meio de ti” (Deuteronômio 15, 4) que foi o ideal apresentado nos Atos dos Apóstolos (At 4, 34), um Reino de Jesus, onde não haverá opressão, exploração; portanto, nem fracos, nem pobres.

O Menino de Belém, a família de Nazaré, abrem-nos o caminho, iluminam-nos a vida, reforçam-nos com seu exemplo. E por isso o Natal é vivo, sempre presente.

O tema da pobreza é dos mais debatidos e urgentes, não só sob o ângulo da vida espiritual, como também sob o lado escatológico – últimos tempos. Basta pensar na “Igreja dos Pobres” e na “Pobreza da Igreja”.
Devemos ter consciência da amplitude e da importância de uma renovada reflexão sobre a pobreza para captarmos seu autêntico e original significado evangélico.

A pobreza como foi entendida pela Igreja em sua caminhada histórica

Nosso estudo é desenvolvido em três momentos:
– hermenêutica do dado bíblico, ou seja, explicação pela raiz;
– releitura da tradição eclesial;
– síntese à luz das exigências que surgem da realidade eclesiástica.

Outra chave de leitura que nos faz compreender como é inadmissível a pobreza, é o fato que, vindos de Deus, os bens são destinados a todos os homens. A pobreza indigente, portanto, nasce exatamente onde o homem, infringindo o plano de Deus, dá valor absoluto às coisas, apropria-se desordenadamente e, assim, elas tornam-se, egoisticamente, propriedade de alguém, levando a pobreza aos outros. A vinda do Reino de Deus significa Deus ao lado dos pobres. A “magna carta”, proclamada a favor dos pobres é o cântico do “Magnificat”, que explode do coração de Maria.

Com o mundo moderno surgem os “santos de caridade” e os “santos sociais”.

Breves informações dobre Santo Hipólito, São Gregório de Nanziano,  Santo Agostinho de Hipona, São joão Crisóstomo, São Bento de Núrcia

 

Veja a 2ª parte do livro

Dia Mundial dos Pobres

Informação adicional

Peso 0.08 kg

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