Confissão – Deus não se deixar vencer em misericórdia – Pe. Augusto C. Pereira

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Confissão – por que devo me confessar?

Padre Augusto nos explica o sacramento da Confissão. Com as Parábolas da misericórdia, Um pai a espera do filho… A misericórdia de Deus Pai e seu amor infinito, o autor fala-nos sobre o pecado e o perdão.

Neste livro, encontramos repostas para algumas perguntas, tais como:

O que é pecado?

Quem é que precisa confessar?

Posso confessar direto com Deus?

Quantas vezes Deus perdoa?

Quantas vezes devo confessar?

Eu só tenho pecados costumeiros. Mesmo assim, preciso confessar?

Para que confessar, se vou voltar a pecar?

Deus perdoa mesmo? Como posso saber?

O que é sigilo Sacramental?

Tamanho: 14x21cm
48 páginas

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Apresentação

Descrição

Confissão – por que devo me confessar?

Padre Augusto nos explica o sacramento da Confissão: Por que devo me confessar?

Com as Parábolas da misericórdia, Um pai a espera do filho… A misericórdia de Deus Pai e seu amor infinito, o autor fala-nos sobre o pecado e o perdão.

Neste livro, encontramos repostas para algumas perguntas, tais como:

O que é pecado?

Quem é que precisa confessar?

Posso confessar direto com Deus?

Quantas vezes Deus perdoa?

Quantas vezes devo confessar?

Eu só tenho pecados costumeiros. Mesmo assim, preciso confessar?

Para que confessar, se vou voltar a pecar?

Deus perdoa mesmo? Como posso saber?

O que é sigilo Sacramental?

 

A Confissão Comunitária

A prática da confissão comunitária está sendo introduzida em boa hora. A Igreja insiste tanto na comunidade e na vida comunitária fraterna.

Os sacramentos todos estão sendo celebrados comunitariamente: batismo, eucaristia, unção dos enfermos, crisma…Até o casamento está sendo proposto em celebração comunitária de vários casais perante toda a comunidade. Por que não a penitência?

Parece-me haver uma explicação, entre muitas outras, do individualismo na religião. Desde que se isolou Deus da Santíssima Trindade, ele passou a ser considerado solitário. Por quê? Porque,
se dizia, era impossível entender a Trindade. Estando Deus fora do seu natural que é Trindade – comunidade com o Filho e o Espírito Santo – a pessoa humana também passou a ser individual e individualista.
Não entendendo Deus na comunidade, como entenderia o homem comunitário? O relacionamento do homem com Deus passou a ser individualista (“eu e Deus, nada mais”) e o relacionamento
com os irmãos deixou de existir. Isso pegou de tal forma – favorecendo o egoísmo pessoal – que o esforço para valorizar a comunidade parece coisa nova no cristianismo.
Perdeu-se a raiz. Está muito duro voltar à primeira maneira de viver o cristianismo que era nas comunidades (Atos dos Apóstolos).
A prática da confissão comunitária não deve ser considerada como uma maneira em que fica mais fácil desfazer-se dos pecados sem ter que contá-los ao padre. A prática da confissão comunitária
precisa tirar sua força e seu sentido do termo comunitária com todo o significado e importância característica que tem no cristianismo.
Nota: a Igreja exige que os pecados graves sejam sempre confessados individualmente. No caso de haver participado de confissão comunitária, com pecado grave, antes de participar de nova confissão comunitária deve haver a individual.

Tamanho: 14x21cm
48 páginas

Por que ir à Missa?

Confissão

Informação adicional

Peso 0.072 kg
Dimensões 14 × 21 × 1 cm

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